Canal Central, Abril 2010
11.5.12
Quando viver for recordar...
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Telhados #2
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Telhados #1
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Azulejos #11
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Azulejos #10
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Azulejos #9
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Ofícios #5
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5.5.12
Hoje, no final da tarde
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27.4.12
Museu de Aveiro passa para a tutela da Direcção Regional de Cultura do Centro
Para quando uma discussão pública sobre as implicações desta decisão política?
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25.4.12
Poemax
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9.4.12
7.2.12
Promessas, Senhor Presidente?
A pequena reportagem da Sic centrada na polémica à volta da ponte pedonal sobre o Canal Central sabe mesmo a pouco... Em 10 anos, esta autarquia não fez praticamente NADA que contribuísse para o desenvolvimento de Aveiro (na verdade, retirou valências à cidade) e o que faz NINGUÉM quer que faça! Quanto ao Presidente da CMA, deveria preocupar-se com as promessas eleitorais, de facto...
Aguardamos "a concretização da Carta Educativa do Concelho de Aveiro". No que diz respeito à política cultural, continuamos à espera d' "o incentivo à criação artística, a preservação e a promoção do património cultural, o apoio ao associativismo e aos movimentos cívicos culturais, o estímulo ao recurso às novas tecnologias de informação e comunicação no processo criativo e, ainda, a promoção da multiculturalidade". Lembram-se do desastre que foi a última (e parece que foi mesmo a última) Bienal de Cerâmica? Há quem não constate o afundamento do TA? A propósito, não era em Janeiro que seria admitido finalmente um director? Em Setembro de 2011, líamos nos jornais: "A empresa municipal TEMA que gere o Teatro Aveirense nomeou Daniel Tércio como Consultor Artístico e responsável pela orientação programática dos espectáculos no Teatro Aveirense e já informou o Executivo da decisão". Por onde anda Daniel Tércio!
Mas há mais... Depois de tantos estudos, o que mudou na Av. Lourenço Peixinho? Querem rir? Eis a promessa: "Os meios a mobilizar (para a requalificação urbana da Avenida) serão os que respondam aos princípios definidos, lembrando que a qualificação deste espaço público e a sua vocação social muito vão beneficiar com a divulgação do acervo de arte moderna, no âmbito da Avenida de Arte Contemporânea de Aveiro". Acervo, disseram acervo? Qual foi o destino das mais de 300 obras de arte cedidas à Câmara Municipal de Aveiro pelo Instituto das Artes (SEC) em 2007? Continuam (uma boa parte, sem dúvida) nos gabinetes dos vereadores?
Vale a pena evocar o "cumprimento do Plano de Saneamento Financeiro, acompanhado por um programa de Desenvolvimento Económico"? Acho que não!
Enfim, promessas! Já agora, continuamos sem a piscina municipal (além do terreno onde ainda está implantada e abandonada) e sem as receitas dessa venda (realizada numa madrugada cada vez mais longínqua ___ )(resultados do inquérito, caro Ministério Público?) . O Dr. Élio Maia não quererá pedir fundos comunitários para uma nova piscina? Eu acho que tem a responsabilidade (i)moral de o fazer!
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17.12.11
Dez anos é muito tempo ou nada
Folheando o Divas & Contrabaixos, revi um post escrito em Março de 2007 que me fez pensar novamente no destino das mais de 300 obras de arte cedidas à Câmara Municipal de Aveiro pelo Instituto das Artes (SEC).
"Esta colecção, tutelada pelo Instituto das Artes, foi construída ao longo de várias décadas no âmbito de uma política de aquisições, orientada então pela Direcção Geral de Acção Cultural da Secretaria de Estado da Cultura...".
Já não recordo os detalhes do protocolo estabelecido (que envolve também a Universidade de Aveiro) mas sei que durante 10 anos a autarquia pode expor, dar a conhecer, reflectir, dinamizar, celebrar a arte utilizando esse acervo. A maior parte da população não saberá/esqueceu da existência dessas centenas de pinturas, fotografias e esculturas. Realizaram-se duas mostras (não eram exposições!), sendo a primeira a que evoco no referido post.
Eu quis acreditar! Participei em tertúlias esclarecedoras! Entretanto, é possível, aqui e ali, apreciar algumas das obras: na nova estação de caminho de ferro há umas fotografias (já deterioradas), no Teatro Aveirense estão expostos dois ou três quadros, nos gabinetes dos vereadores encontram-se outras tantas (é um ultraje!). Parece-me que estamos muito distantes dos objectivos definidos pelo Professor António Pedro Pita (então Director da Delegação Regional de Cultura do Centro) mas talvez a CMA esteja a fazer um extraordinário trabalho de bastidores. Como cidadã, eu gostaria de ser informada sobre o paradeiro e projectos desenvolvidos/em estudo relacionados com esse acervo.
Não deixa de ser curioso lembrar também que o "Projecto da Avenida de Arte Contemporânea" foi o grande tema de discussão no primeiro mandato da actual coligação. Esse seria o futuro da Avenida Lourenço Peixinho!
Nada se cumpriu! Mas como poderia esta autarquia propor um pensamento sobre a própria arte ou conduzir a uma análise crítica da teoria visual! Já ninguém cai em enganos! O problema é que o tempo passa. Dez anos é muito tempo ou nada.
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12.12.11
Mapa Pedonal de Aveiro
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25.11.11
Outono ' 71
...no Outono de 1971...cinco obras primas da música portuguesa!
Em Aveiro, no Mercado Negro, 30 de Novembro, 21h 30m.
Organização do Núcleo da Região de Aveiro da ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO.
14.11.11
Aveiro em 1930 (vídeo)
Ficha Técnica:
Empresa Nacional de Publicidade - Companhia Produtora
Portugal, 1930
Género: documentário
Duração: 00:27:46, 18 fps
Formato: 35 mm, PB, sem som
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Centro Documental Digital do Museu da Cidade aberto ao público
«Está a partir de hoje em funcionamento, no Museu da Cidade de Aveiro, o Centro Documental Digital do Museu da Cidade.
O Centro Documental Digital do Museu da Cidade está instalado no Museu da Cidade. Este núcleo pode ser consultado por investigadores, estudantes e público em geral, de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.
No âmbito da investigação e da necessidade do conhecimento do passado aveirense por parte de investigadores, estudantes e do público em geral, foi criado o Centro de Documentação Digital no Museu da Cidade. O centro de documentação permite a pesquisa de cartografia antiga (desde a época da muralha ao ano de 1931) e os vários ante-planos e planos de ordenamento do território do Concelho de Aveiro, (ante-plano de urbanização de 1948 e de 1960 ambos da autoria de Maria José Marques da Silva Martins e de David Moreira da Silva; Plano Director Municipal – PDM - de Aveiro de 1964 da autoria de Robert Auzelle e actual PDM publicado em 1995).
Integrado no inventário da Carta do Património Cultural que se encontra ainda em desenvolvimento, poderá já ser feita a consulta da cartografia referente a algumas Freguesias do Concelho de Aveiro que se encontram inventariadas. No intuito de dar continuidade ao espólio fotográfico da imagoteca, poderá consultar as fotografias de actividades e acontecimentos desenvolvidos pelo Museu da Cidade na actualidade. Ainda neste espaço, as exposições no Museu da Cidade e Museu Arte Nova poderão ser "revividas" através do espólio fotográfico.»
Fonte: Rádio Terranova, 8-11-2011
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13.11.11
O Primeiro discurso do Porto Pireu
José Estêvão foi um notável jornalista, político e orador parlamentar português, sendo durante o período de 1836 a 1862 a figura dominante da oposição de esquerda na Câmara dos Deputados. Um discurso que ele fez na Assembleia Constituinte foi registado em vinil pelo voz de José de Castro. Esta é a contracapa do disco.
Discurso de José Estêvão dito por José de Castro
- O Primeiro discurso do Porto Pireu, 1840.
- O Primeiro discurso do Porto Pireu, 1840.
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A Situação D' Aveiro
"A Situação D' Aveiro"
Um desenho de Columbano Bordalo Pinheiro que retrata José Estêvão Coelho de Magalhães (Aveiro, 26 de Dezembro de 1809 — Lisboa, 4 de Novembro de 1862), mais conhecido por José Estêvão. Retirado da obra de Columbano, "Pontos nos iii" (1887).
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